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Olha eu aki!! Momentos de Sapiência "Aos que trazem coragem a este mundo, o mundo precisa quebrá-los, para conseguir eliminá-los e é o que faz. O mundo os quebra, a todos; no entanto, muitos deles tornam-se mais fortes, justamente no ponto onde foram quebrados..."
"A vida me ensinou a correr atrás dos meus sonhos e objetivos. Quanto as pessoas... deixo-as livres."
Por enquanto é só... Escrito por Dedinh@ às 19h31 [ ] [ envie esta mensagem ] A resposta de um amigo. A realidade é aquilo que o poeta Allen Ginsberg escreveu uma vez: O peso do mundo é o amor.
Sob o fardo da solidão.
Sob o fardo da insatisfação.
Essas palavras me pareceram tão duras, mas, depois de um tempo, entendi que esse amor é o amor que nos faz criar sonhos, planos, engendrar coisas com pessoas que nem sempre estão nessa mesma disposição. Quanto mais amamos, quanto mais projetamos e dependemos do outro, mais vivemos o fardo de estarmos sozinhos nessas projeções e insatisfeitos na utopia delas.
Tenho visto o quanto as pessoas mudam seu sentido, suas propostas. Desenham uma realidade pra gente e, de repente. os castelos desabam, os sonhos se desfazem no ar. É por isso que eu sempre me imaginei como um forasteiro, um ser errante, um sujeito andarilho. Porque é mais fácil passear entre as pessoas do que projetar sonhos e ideais com elas. É claro que algumas delas nós carregamos em nossa bagagem pro resto da vida. Mas muitas se perdem, nos perdem... sei lá! A raiz que cura essas mágoas, a meu ver, é um olhar mais profundo lá dentro da ferida. É chato, a gente encontra pus, excremento... mas, enfim, esquece o problema externo e, pelo menos, volta a olhar pra dentro da gente mesmo. Perguntar-se, por exemplo: "Isso foi mesmo uma surpresa?", "Eu já não sabia - lá no fundo - que ele ia fazer isso?", "Como eu me preparei para esse momento?", "Por que estou estranhando essa possibilidade agora, se ela já me parecia tão clara desde o início?"... e aí vem a pergunta que soma todas as dores - todos os Sujeitos... "Foram eles que me decepcionaram ou fui eu mesma que permiti toda essa fantasia e me decepcionei?".
Se não for assim, quantos Sujeitos ainda te aparecerão pela frente???
Talvez seja a pergunta mais difícil. Mas é a que mais ensina, é nela que a gente mais aprende. É nela, também, que a gente perde essa sensação de "bode expiatório do universo", de "tudo eu", de "meu mundo caiu". Quando, enfim, descobrimos o ponto-chave onde sempre erramos e onde sempre acabamos por permitir aquilo que o Guimarães Rosa dizia que não deveríamos jamais permitir ("Curtir raiva de alguém é permitir que esse alguém controle os nossos sentimentos" - dizia o cara, alertando para que jamais entreguemos nosso coração para que alguém o domine por completo)... esse é o caminho para a retomada.
Ninguém ocupa o nosso tempo indevidamente... o nosso tempo é uma das poucas coisas que estão sob a nossa exclusiva e absoluta tutela! Se alguém entra em nossa vida e encontra espaço para habitar em nossa esfera de tempo, é por uma questão de exclusiva e absoluta concessão NOSSA! Ninguém invade a nossa história, descobri, com o passar dos anos, que isso é uma balela! O tempo é um dos bens mais preciosos do ser humano, uma dádiva que Deus deu a cada um de nós , com autonomia para que nós mesmos o administremos e permitamos que alguém divida ou não conosco. Isso tudo acontece por concessão. Você elimina 100% das mágoas quando chega à conclusão de que não há invasores em sua vida: as pessoas que se instalaram no seu quintal, na sua casa ou mesmo (e principalmente) no seu coração só o fizeram porque você autorizou, você permitiu, você delegou. Lembre-se de quantas pessoas tentaram fazer isso e você mesma tolheu, não liberou. Então... a regra é a mesma! A nova estratégia é essa: não culpar as pessoas por usarem indevidamente o seu tempo, mas, antes, planejar melhor os seus critérios para liberação desse tempo em favor dos outros. Vc entende o que quero dizer, amiga? É aquela velha história das "alianças erradas", que a gente aprende na igreja e só consegue ver pelo ângulo da religiosidade. Uma lição muito ampla, que engloba tudo em nossa vida!
A melhor oração, Dedinha, é uma lágrima. Uma lágrima sincera, doída, do fundo da alma. Se vc tem chorado por isso, por que não pede a Jesus pra enxugar essas lágrimas? Olha ele aí, do ladinho, como sempre esteve. Sem lenço, mas com um toque que só Ele mesmo pode ter!
Não preciso te perdoar pela crise. Imagina, isso não é defeito.
Defeito é não aprender com ela.
Defeito é não descobrir que os momentos de crise são o trampolim para descobrirmos a nossa verdadeira força, a nossa mais profunda vocação.
Defeito é não encontrarmos, nessas circunstâncias, um bom motivo para exercitarmos a nossa fé e o nosso amor-próprio.
Vamos lá, menina! Você tem prova, precisa estudar, e essa história precisa ser logo encerrada.
Lembro que, quando escrevia o livro do Mauro Galvão, ficava pensando em como concluiria aquele livro, como encerraria todo aquele montante de histórias sobre a vida dele que eu acumulei nas minhas pesquisas. Mas chegou um momento em que todos aqueles meses de pesquisas e calhamaços de papel chegaram a uma conclusão.
Foi o momento em que eu escrevi a última linha do livro e ... coloquei um ponto final!
É isso: uma história só termina, seja ela triste ou alegre, quando se coloca um ponto final!
Algo muito simples:
=> . Escrito por Dedinh@ às 21h18 [ ] [ envie esta mensagem ] A tristeza Texto escrito num momento de profunda frustração.
Quero colo. Quero chorar. Quero carinho. Preciso de carinho. Acho que não é pedir muito. Acho que desde o Sujeito não sei o que é isso... Carinho sem segundas intenções.
Não aguento mais baixar a guarda pras pessoas e elas me magoarem desse jeito. Não sei o que fiz de errado pra merecer isso. Acho que eu sou errada.
Quantos?? Me diz, me ajuda a contar!! Quantos já me fizeram chorar? .... Fora os que me deixaram meio fora da real e sumiram. Tudo bem que esses não me fizeram sofrer e tals, mas ocuparam meu tempo, me fizeram desejar em vão; talvez, me fizeram deixar passar oportunidades valiosas, pessoas que realmente valiam a pena.
Meu coração tá muito cansado disso tudo. Quero paz pra ele. Quero paz pra mim.
Cansei. Eu nem tenho forças pra isso mais. Pede a Deus pra me ajudar a achar o caminho. Talvez eu tenha pego o caminho errado em algum ponto.. Talvez tenha trocado o certo pelo duvidoso por simples medo. Não sei mais. Nem sei mais o que é certo, o que é duvidoso.... Estou confusa e cansada. Escrito por Dedinh@ às 21h12 [ ] [ envie esta mensagem ] UM CONTO DE FADAS DIFERENTE (Martha Medeiros) Era uma vez uma menina que, ao virar mulher, descobriu que casar era tudo o que a família esperava dela. É claro que seus pais ficavam felizes com suas boas notas na escola e com a carreira que ela havia escolhido, mas o que eles mais queriam saber, juntamente com os avós e as tias, é se ela havia conhecido alguém interessante na festa da noite anterior, e se este alguém viria a se tornar um namorado. A moça tinha sonhos de viajar, conhecer outros lugares, e a família dizia que ela conheceria quando partisse em lua-de-mel. A moça tinha vontade de dar mais intensidade à sua vida, e os familiares diziam que ela daria, assim que tivesse filhos. A moça pensou em seguir carreira política, depois pensou em ser voluntária num país africano, depois cogitou em fazer um curso de paraquedismo, mas sempre era desencorajada: "em namorar, que é bom, essa garota não pensa". Pensava sim, e namorou o Mateus, o Luis, o Jairo, o Renato, o André, o Ruy e o Vinicius. "Quando é que você vai escolher um pra vida inteira?" Ela respondia que não acreditava em contos de fada nem em final feliz, e a família dizia que ela iria mudar de idéia quando se apaixonasse. Ela não se apaixonou, mas conheceu um cara legal, que pensava parecido com ela, e os dois namoraram e depois, sob aplausos da platéia, casaram. Tiveram três filhos. Ela tinha um emprego, ele tinha um emprego. Eram populares, católicos e felizes. Passaram-se os anos e eles seguiam populares, católicos e felizes. Outros tantos anos e eles eram o que os outros haviam se acostumado a pensar deles: populares, católicos e felizes, mas eles mesmos já não sabiam direito o que eram. Os filhos cresciam e a moça passava os dias cada vez mais anestesiada pela rotina, até que um belo dia ela comeu uma maçã e foi pra cama dormir. Não acordou mais. Quer dizer, ela levantava, tomava banho e saía para o trabalho, mas parecia morta. As pessoas não a notavam. Ela tampouco percebia os outros. E assim caminhavam todos para o final desta história quando surgiu um homem não se sabe de onde e reparou que ela parecia morta, mas não estava. Achou-a linda e deu-lhe um beijo. Ela acordou e sua vida começou a ser contada sob um novo ponto de vista O cotidiano imutável nos envenena. É preciso um beijo para despertar para a vida. O verdadeiro príncipe é aquele que nos acorda e nos faz mudar o rumo da nossa história. Escrito por Dedinh@ às 18h36 [ ] [ envie esta mensagem ] Putz, já não agüento mais isso... Esse período da faculdade tá mto ruim, mto chato. QUERO FUGIR!!! As aulas são chatas, os professores tb. A única coisa que salva são os colegas. Esses eu adoro. Gente mto loka, mto divertida. Morro de dar risada com aquelas criaturas malucas. E eles adoram me zoar, me chamar de patricinha... É a parte boa das aulas esse semestre. E o trabalho.. Não gosto do que faço. Me sinto mal, vai contra os meus ideais. Vender, fazer a pessoa comprar uma coisa que ela não precisa com o dinheiro que ela não pode gastar. É péssimo isso. Mas, fazer o que?? Vivo num mundo capitalista, num capitalismo selvagem, como cantam nossos irmãos do Titãs. Preciso fazer isso pra poder bancar meus "luxos". O que me consola é que isso é temporário. Graças a Deus. E é isso. Tô chata hj. Mto chata. Não quero conversar com ninguém. Quero só tomar um banho e dormir. Escrito por Dedinh@ às 12h43 [ ] [ envie esta mensagem ] Melancolia, paixão, filme e Friends Estou meio melancólica hj... Vi um filme hj, Cine Majestic, e tudo nele, as musicas, as cenas, as personagens..., me deixou melancólica. Na verdade, o filme só fez acentuar o que eu já estava sentindo. Hj foi um dia atipico. Fiquei em casa em plena quinta-feira, não trabalhei nem estudei. E não saí pra dar uma volta. E fiquei na net conversando com dois amigos que estão fora da cidade. E descobri que posso estar apaixonada. Muito apaixonada, por sinal - o que não é bom, pq ele nem imagina. Mas não eh por nenhum dos dois amigos com quem conversei hj. Se bem que ele tb está fora do Rio... Agora, alguém pode me dizer como pode isso? Como eu, logo eu, que sou tão cética, tão pé no chão com essas coisas, me apaixonei por uma pessoa que está longe de mim e que nem sei se sente o mesmo? Droga! Mas, putz, como estou com saudade dele. Tudo bem... somos amigos. Não aqueles graaaaaaandes amigos, que conhecem o profundo da alma um do outro, mas somos. E quando ele me contou que ia embora, eu chorei. Meu chão sumiu nesse dia, não acreditei, fiquei triste, muito triste. E só agora (ele foi embora em janeiro) que tô me dando conta que pode ser por isso. Como eu odeio me sentir assim... Mas tá. A vida continua. E essa situação me lembrou uma música, de um dos meus seriados preferidos (Friends) que tem tudo a ver com a situação (pq tem um migo q me dá maior força e me entende bem, e etc.....) Segue a música pra vcs. The Rembrandts - I'll Be There For You So no one told you life was gonna be this way
Ninguém te disse que a vida seria assim
Your job's a joke, you're broke, your love life's D.O.A. você está falido, sua vida amorosa morreu antes de começar.
It's like you're always stuck in second gear Parece que você sempre está preso na segunda marcha
When it hasn't been your day, your week, E não foi o seu dia, nem a sua semana,
your month, or even your year, but nem o seu mês,nem mesmo o seu ano, mas... (refrão) I'll be there for you Eu estarei lá para você
(When the rain starts to pour) (Quando a chuva começar a cair) I'll be there for you
Eu estarei lá para você
(Like I've been there before) (Como sempre estive antes) I'll be there for you
Eu estarei lá pra você ('Cause you're there for me too) (Porque você está lá pra mim também) You're still in bed at ten and work began at eight Você ainda esta na cama às dez e o trabalho começa às oito. You've burned your breakfast so far, things are going great Você queimou o seu café da manhã.Até agora, tudo está indo bem... Your mother warned you there'd be days like these
Sua mãe avisou que haveriam dias como estes.
But she didn't tell when the world has brought you down to your knees oh, mas ela não te disse,quando o mundo deixasse você de joelhos... (refrão) I'll be there for you When the rain starts to pour I'll be there for you Like I've been there before I'll be there for you 'Cause you're there for me too No one could ever know me, no one could ever see me Ninguém nunca me conheceu, ninguém nunca me viu. Seems you're the only one who knows what it's like to be me
Parece que você é o único que sabe como é ser eu. Someone to face the day with, make it through all the rest with
Alguém pra encarar o dia juntos, passar por todo o resto Someone I'll always laugh with
Alguém com quem vou sempre rir Even at my worst, I'm best with you
Mesmo quando estou na pior, sou melhor com você Yeah!
It's like you're always stuck in second gear Parece que você está sempre preso na segunda marcha When it hasn't been your day, your week, your month, or even your year... E não foi o seu dia, nem a sua semana, nem o seu mês, nem mesmo o seu ano... (refrão) I'll be there for you When the rain starts to pour I'll be there for you Like I've been there before I'll be there for you 'Cause you're there for me too I'll be there for you I'll be there for you I'll be there for you 'Cause you're there for me too Escrito por Dedinh@ às 01h40 [ ] [ envie esta mensagem ] Estréia. Minha estréia no uol blog. Na verdade, nem sei pq tô fazendo isso... Mas tudo bem. Acho que vou começar postando uma música que gosto muito. Ouço sempre e me faz pensar muito sobre várias coisas.
At times life is wicked and I just can’t see the light
Escrito por Dedinh@ às 18h56 [ ] [ envie esta mensagem ] |
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